As opções do Governo apontam para a entrega a privados das linhas mais rentáveis e para investimentos públicos que acabam a alimentar negócios privados.
A CP só não presta um serviço melhor porque sucessivos governos não a dotaram dos meios e dos trabalhadores necessários.
Defender a CP pública é defender uma ferrovia moderna, eficiente e ao serviço do País, não um negócio financiado pelo erário público.
Também por isso saudamos todos os trabalhadores que resistem a tentativas de agravar horários e aumentar a carga de trabalho.
Valorizar não é intensificar a exploração. Valorizar é melhorar salários, reduzir o tempo de trabalho e assegurar condições dignas.
Numa empresa com mais passageiros, falta de efectivos e elevadas exigências de responsabilidade, é inaceitável que a resposta seja apenas mais 0,10€ no subsídio de refeição. Salários dignos, condições de trabalho seguras e CP pública são inseparáveis.
Os trabalhadores da CP merecem melhores salários, melhores condições e respeito.
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