TranstejoSoflusaO Sindicato dos Trabalhadores Fluviais Costeiros e da Marinha Mercante, filiado na FECTRANS, denunciou também ontem, as anomalias que têm existido nas carreiras Fluviais entre o Barreiro e Lisboa, ou seja a supressão diária de carreiras anunciadas em comunicado distribuído pelas placares informativos das estações e que se devem exclusivamente à falta de trabalhadores para preencher as vagas deixadas em aberto por rescisões impostas pelo anterior Conselho de Administração, liderado pelo Eng. Rui Loureiro, com directrizes do Governo anterior.

Durante este último trimestre, com a entrada dos períodos de férias, veio destacar mais ainda toda esta situação.

Ao fim destes meses, o problema tem sido compensado com um enorme volume de trabalho extraordinário, cujos reflexos se fazem hoje sentir, através do desgaste físico que começou agora a trazer os seus problemas de saúde para muitos.

Nas enumeras reuniões tidas, este problema da admissão de novos trabalhadores tem sido sempre colocado, mas sempre com a mesma resposta: os ORÇAMENTOS NÃO PERMITEM NEM O MINISTRO DAS FINANÇAS AUTORIZA, com este novo Governo continuamos com o mesmo problema o NÃO INVESTIMENTO NA CONTRATAÇÃO E, COM O TEMPO A SERA A RENOVAÇÃO DAS FROTAS POSTA EM CAUSA. Os actuais navios estão a maioria parados por falte de componentes, de certificados como também com problemas estruturais que os impedem de prestar o serviço público de transportes.

Esta situação não é exclusiva da Soflusa, sofrendo a Transtejo do mesmo problema e tudo isto se reflecte na qualidade, regularidade e segurança do transporte fluvial.

Não se muda aquilo de mau que o anterior governo fez, se não houver medidas concretas, caso contrario, fica tudo na mesma.

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