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#gruemenu.grue

O conteúdo da nossa intervenção foi o seguinte:

- Agradecer o convite na Comissão de Economia

- Agradecer a iniciativa do Grupo Parlamentar do PCP de propor a esta Comissão a discussão do designado Plano de Expansão da Rede do Metropolitano de Lisboa

Exm. Senhor Presidente, Exmºs Senhores Deputados

A FECTRANS mais do que analisar ou prenunciar-se sobre qualquer valoração desta decisão, ou opção da forma de expansão da Rede do Metropolitano, pese embora tenhamos a nossa opinião fundamentada na pesquisa dos estudos existentes, optamos por trazer a debate algumas preocupações, que se prendem com o serviço publico que prestamos e sobretudo com os trabalhadores.

  • Já todos assistimos ao anuncio de vários modelos de expansão da rede do Metro, com os mais variados fins e preocupações,
  • Num passado muito recente e que esteve na origem desta audição quer o Sr. 1º Ministro, quer o Sr Presidente do ML anunciaram o projeto de expansão, enumerando o valor para aquisição do material circulante necessário bem como das alterações necessárias para a sinalização.
  • Nós pretendemos nesta audição questionar o seguinte;

- Será que já estão também contabilizadas as verbas para contratação dos trabalhadores necessários ao guarnecimento das novas estações e respetiva progressão de carreira para podermos ter o número de maquinistas suficientes. 

  • Tais duvidas assentam na apresentação feita pelo actual Presidente do ML em 8 Maio de 2017 em que enumerou o numero de efectivos à altura, deu nota da admissão dos 30 agentes de tráfego e de 22 trabalhadores que estavam em fase de admissão para área da manutenção, bem como o desenvolvimento de carreiras para a função de maquinistas. Dando nota que não existem trabalhadores precários no ML.
  • Ao dia de hoje e com toda a seriedade podemos afirmar:

- è verdade que em 2017 entraram 30 agentes de tráfego que possibilitaram a progressão de carreiras para os 30 maquinistas que há muito eram necessários;

- Quanto aos trabalhadores da manutenção apenas entraram 10 trabalhadores já no final de Fevereiro;

- Existindo nesta altura cada vez mais trabalhadores precários no ML, pois como os senhores deputados bem sabem uma das forma de precarização das relações laborais prende-se com a subcontratação de serviços.

  • Assim e para terminar questionamos como podemos estar a discutir a expansão da rede do ML se o actual Governo, contrariamente á nossa interpretação do OE em vigor, não permitiu a contratação de numero de agentes de tráfego que a empresa entendeu como necessários para garantir o mínimo do guarnecimento das actuais estações da rede.
  • Do numero de trabalhadores para a manutenção (23 operários) mesmo sabendo que continuamos com cerca de 30 unidades paradas, e com o mais de metade da frota a necessitar de urgentemente fazer a revisão dos 500 mil Km, quando já têm mais 700 mil .
  • Parece-nos que esta discussão enferma da seriedade necessária, à discussão da prestação do bom serviço público na cidade, tendo por base que este só pode acontecer se existirem trabalhadores.

Obrigado

Lisboa, 13 Março 2018

Tradutor

ptenfrdeitrues

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