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PlenarioORTS17maio2016Representantes de trabalhadores da Carris, CarrisBus, CarrisTur, Metro Lisboa, Transtejo e Soflusa, realizaram, hoje, um plenário junto à residência do primeiro ministro, com o intuito de defender um serviço de transportes público aao serviço da população e reclamar respostas concretas para os problemas e reivindicações dos trabalhadores. Neste plenário foi aprovada a seguinte resolução:

Resolução

MarchaContraPrivaatizacoes3E neste aspecto, elas estão mais lentas que o diálogo e, se é verdade que houve evoluções no que respeita aos processos disciplinares na Transtejo, Soflusa e compromissos relativamente ao Metro, continua por resolver um conjunto de problemas, como por exemplo da organização do trabalho e respeito pelo direito às férias no ML, a reposição dos salários dos trabalhadores da CarrisTur, da falta de trabalhadores em todas as empresas, entre outros.

Comunicado para os trabalhadores da Carris, Metro, Transtejo e Soflusa

EStamosVivosOntem os reformados do Metropolitano de Lisboa e os da Carris viram repostos os seus complementos de reforma, decorrentes dos AEs das duas empresas e, assim, esta geração que construiu os actuais acordos de empresa e que assim conquistou o direito, que o perdeu depois, voltam agora a reconquistá-lo e desta forma obtiveram um resultado importante da sua luta, à qual não viraram a cara, tendo sempre afirmado que, apesar de reformados não estão conformados e que estão vivos.

AEForcaLei“Relativamente às empresas públicas, agimos já no sentido de travar a caducidade de instrumentos de contratação colectiva, que estavam em vias de entrar em processos de caducidade”, esta foi a resposta que o primeiro ministro, no debate do passado dia 15 na Assembleia, deu ao deputado Jerónimo de Sousa, quando instado relativamente à contração colectiva, pelo que fica a pergunta: porque é que a administração da Carris, ML, Transtejo e Soflusa, não assume isto relativamente aos processos a que o primeiro-ministro se referiu? Será que as orientações do governo não são para cumprir? Perante esta afirmação, só podemos assumir uma posição na mesa de negociação – Não avançar em nenhuma discussão enquanto não for assumido, formalmente, pela administração que deixaram cair a caducidade dos AEs das quatros empresas.

Veja aqui a intervenção do primeiro-ministro (a partir de 1:28:44)

EntregaPeticao13Abr2016Representantes dos trabalhadores das empresas públicas, numa acção dinamizada pela FECTRANS, FIEQUIMETAL e STML (Sindicato dos Trabalhadores do Municipio de Lisboa), concentraram-se, hoje, em frente à Assembleia da República, para entregarem 5105 assinaturas, em forma de petição, em que se exige a revogação do decreto-lei 133/2013 que suspende a contratação colectiva nestas empresas.

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131313peqNo próximo dia 13, a partir das 13,30h, em frente à Assembleia da República, vamos realizar um plenário/concentração de representantes dos trabalhadores do sector empresarial do Estado, para fazermos a entrega das assinaturas, recolhidas nos locais de trabalho no último mês e que constam numa petição dirigida ao parlamento para que seja revogado o decreto-lei 133/2013,que suspende a contratação colectiva nestas empresas, em matérias com grande impacto na remuneração dos trabalhadores.

Cartaz da iniciativa

manif1maio2012No plenário de dirigenets e delegados sindicais das empresas publicas de transportes, tinha sido decidido a realização de uma acção, amanhã, no entanto condicionada aos resultados da discussão na especialidade dos artigos do OE, cujos conteúdos consideramos negativos para o serviço público e para os trabalhadores do sector. Como se estão a verificar alterações que carecem de análise, essa acção está suspensa, sendo tornada pública, amanhã pelas 11 horas, em conferência de imprensa, a realizar na sede do SITAVA, a posição sobre a proposta final de OE e, ao mesmo tempo, serão anunciadas um conjunto de lutas e outras iniciativas a realizar no mês de Março e Abril em empresas privadas e públicas.

DIREITOSX1Há muito que alertamos para a falta de trabalhadores nas empresas de transportes, situação que põe em causa um serviço público de qualidade e que está a gerar o aumento do trabalho precário, através da contratação de empresas de trabalho temporário, para substituirem os trabalhadores das empresas que deveriam ser efectivos.

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