Ontem foi mais um dia de luta na PT, na forma de um plenário e vigília em frente à sede da PT/MEO/ALTICE, que contou com a presença de um delegação da CGTP-IN e FECTRANS.
A vida tem vindo a demonstrar que as organizações de trabalhadores tinham razão quando mobilizaram contra o plano de destruição da empresa, na forma das chamadas transmissões de estabelecimento.
Na Assembleia da República, depois de muita insistência da CGTP e das organizações de trabalhadores da PT/MEO/ALTICE, o PS finalmente decidiu acompanhar as propostas do PCP e BE, sobre incluir no Código do Trabalho o direito de oposição dos trabalhadores, no caso de futuras transmissões parciais de estabelecimentos, que é válido para todas empresas sem excepção.
Mas esta é apenas uma parte do problema, porque isso não resolve a situação das centenas de trabalhadores já transitados, nem elimina a vontade da administração da ALTICE, destruir a PT, empresa estratégica para o País.
Por isso, o trabalhadores não deixarão, na altura oportuna decidir a continuação de outras formas de luta.



