Fluvial

ManifTranstejo SoflusaNão pondo em causa o que foi aprovado DL nº 32/2016 em Assembleia da República, o Ministro ficamos com a ideia, que marca chamada “Transportes Lisboa”, seria para continuar mas só com 3 empresas (Metro-TT-SL), embora não haja decisão, mas o caminho que continua a ser feito, vai nesse sentido, pelo que temos razões para continuarmos atentos ao desenvolvimento da situação e mantermos a mobilização par a defesa do estatuto autónomo de cada empresa, sem prejuízo da cooperação entre elas, desejável e necessária.

Comunicado Transtejo e Soflusa

ManifTranstejo SoflusaApesar de aprovado pela Assembleia da Republica no dia 09 de junho passado, o diploma que revoga os Decreto-lei 98/2012 e 161/2014, determinando assim, que as empresas, constatamos a existência de ações e procedimentos no sentido contrário, em diversas áreas, nomeadamente nas Direções Financeira, Comercial e Manutenção. Continuam a decorrer ações que visam efetivar a fusão operacional, técnica e financeira com as outras empresas, (Carris e Metropolitano), preparando e celebrando contractos conjuntos, desenvolvendo aplicações informáticas para utilização futura conjunta, impondo a deslocalização de trabalhadores para edifícios de outras empresas.

Carta aberta da Comissão de Trabalhadores da Transtejo

DistribuicaoCacilhasHoje os Sindicatos da FECTRANS desenvolveu uma acção de esclarecimento sobre os problemas nas empresas de transportes fluvial do tejo e das suas implicações na qualidade e regularidade do serviço que é prestado aos utentes. A esta iniciativa juntaram-se asw comissões de utentes eleitos na Câmara de Almada e contou com a solidariedade do deputado do PCP, Bruno Dias.

Comunicado aos utentes

TranstejoSoflusaNo próximo dia 5 de Abril, a partir das 7,30h, na estação fluvial de Cacilhas, a Fectrans e os seus Sindicatos representativos de trabalhadores do sector fluvial, darão início a uma campanha em defesa de um transporte fluvial, público, de qualidade, seguro e que responda às necessidades dos utentes.

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TranstejoSoflusaA política de constrangimentos imposta pelo anterior governo, numa lógica de cortes cegos nos custos com trabalhadores e com o serviço público, reflecte-se actualmemte na qualidade e fiabilidade no do transporte fluvial, devido à falta de trabalhadores e à grande imobilização de embarcações que, na Transtejo, é quase na ordem dos 50%, consequência da falta de manutenção da frota, das avarias não resolvidas e da falta de renovação dos certificados de navegabilidade, o que provoca, já hoje, cada vez mais frequentemente, a supressão de carreiras, com prejuízos para os utentes.

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