TranstejoSoflusaA política de constrangimentos imposta pelo anterior governo, numa lógica de cortes cegos nos custos com trabalhadores e com o serviço público, reflecte-se actualmemte na qualidade e fiabilidade no do transporte fluvial, devido à falta de trabalhadores e à grande imobilização de embarcações que, na Transtejo, é quase na ordem dos 50%, consequência da falta de manutenção da frota, das avarias não resolvidas e da falta de renovação dos certificados de navegabilidade, o que provoca, já hoje, cada vez mais frequentemente, a supressão de carreiras, com prejuízos para os utentes.

A recente supressão total, por tempo indeterminado, do transporte fluvial de veículos é um exemplo extremo do estado da frota da Transtejo a que se chegou.

Como se não bastasse, os utentes ainda são colocados numa sala de embarque sem as mínimas condições, uma sala pequena, tendo a empresa uma estação nova com óptimas condições, construída com dinheiros públicos mas, foi oferecida ao Clube Naval de Almada.

A falta de trabalhadores é devida às imposições do anterior governo, em parte, embora insuficientemente, já aliviadas no actual Orçamento do Estado, à impossibilidade da livre contratação de trabalhadores e à impossibilidade dos trabalhadores adquirirem as horas de navegação para adquirirem os certificados necessários para poderem embarcar no tipo de embarcações hoje existentes.

As avarias e falta de renovação dos certificados de navegabilidade, resultam, dos constrangimentos, que provocariam maiores problemas caso tivesse sido concretizada a intenção do anterior governo de alienar navios, mas que ainda hoje são impostos ás às empresas públicas, pelo que se reclama que o actual governo delibere no sentido dos mesmos serem levantados, de modo a serem asseguradas as condições de maior operacionalidade da frota do transporte fluvial no Tejo.

Tradução

ptenfrdeitrues

4º Congresso

Visitantes

Temos 70 visitantes e 0 membros em linha

Protocolo