LutaSoflusaTranstejoNos dias 15 e 17 a administração da Transtejo e Soflusa reuniu com as organizações sindicais, onde os sindicatos filiados na FECTRANS/CGTP-IN estiveram colocando as reivindicações dos trabalhadores.

Foram apresentadas diversas questões relativas às condições de trabalho, à organização do trabalho, relativamente à falta de trabalhadores, relativas à segurança de trabalhadores e utentes e segurança na navegação, às questões das telhas de fibrocimento ligadas aos problemas de amianto, parques de estacionamento, etc.

A administração ficou com um levantamento de muitos problemas existentes e que exigem respostas, comprometendo-se a analisá-los e resolve-los.

Nestas reuniões foram abordados também três temas que são as questões centrais no funcionamento da empresa e nas relações de trabalho, concretamente:

Suspensão da venda dos navios – A administração decidiu anular a decisão da anterior de vender navios da Transtejo, lamentando ter encontrado uma situação lá consumada de vendas de dois navios.

Considera que há que pensar o transporte de uma forma integrada e em redes e, por isso, não se justifica a venda de activos das empresas.

Acrescentou que o modelo anterior de funcionamento das quatro empresas está a ser repensado e que a administração tem a tarefa de gerir quatro empresa distintas e não a empresa Transportes de Lisboa.

Processos disciplinares – A administração respondeu positivamente à reivindicação sindical de arquivamento dos processos, informando que está a proceder à sua análise e a decidir sobre os mesmos, no sentido de não terem qualquer implicação para os trabalhadores. Ê um processo que ainda não está terminado, mas que está em execução e com o mesmo sentido para todos.

Abastecimento dos navios – relativamente a este assunto, na base do qual está a origem de centenas de processos disciplinares, a solução vai ser a da recolocação no terminal do Barreiro, do trabalhador credenciado para executar a tarefa.

Negociação colectiva – A administração informou que vai dar inicio a processos de revisão dos Acordos de Empresa, na base dos actuais e que, nesse sentido, vai apresentar novas propostas que substituem a anterior que tinam como base a caducidade da contratação colectiva.

As próximas reuniões foram marcadas para dias 26 e 28 de Abril e serão antecedidas da entrega das propostas para cada empresa.

Com estas respostas positivas e cumpridos os compromissos assumidos, estaremos certamente numa fase mais positiva nas relações de trabalho nestas empresas, em que nos empenharemos na procura de respostas e acordos que conduzam à valorização remuneratória dos trabalhadores, à defesa dos seus direitos e interesses de classe e à melhoria das condições de trabalho.

Tradução

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