Apesar das pressões e chantagens dos donos das empresas, que originou um protesto do SITAVA junto do governo, há uma adesão elevada e com determinação, realizaram-se concentrações nos aeroportos do Porto e Lisboa e, neste, os trabalhadores contaram com a presença do secretário geral da CGTP-IN.

Por outro lado, também neste confronto o governo se colocou ao lado dos interesses patronais ao não contribuir para a resolução dos problemas conforme compromissos assumidos e depois pela tentativa de proibição do direito de greve, para cerca de metade dos trabalhadores, na forma de um despacho de serviços mínimos e ilegal. É caso para dizer: “O governo não resolve, nem deixa resolver”!

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