FusaoREFER EPA continuação do encerramento de postos de trabalho e extinção de actividades na área da ferrovia marca a gestão do dia a dia na IP – Infraestruturas de Portugal.

O sentido destas medidas vão em sentido inverso ao que se anuncia de recuperação do transporte ferroviário, pelo que se torna urgente a reversão do processo de fusão, como primeira medida para tornarmos a um sector ferroviário unificado, assente numa forte empresa pública, que assegure um serviço ferroviário regular, seguro e fiável.

O SNTSF, sindicato desta Federação, denunciou em comunicado, que Mais uma vez de forma unilateral, com conhecimento aos trabalhadores apenas a 29 de Agosto, com efeitos a partir de 1 de Setembro, faz-se uma “racionalização dos recursos humanos” com uma “redefinição de quadros gerais efetivos” em estações das linhas do Oeste, Norte, Beira Baixa, Minho, Douro e Ramal de Alfarelos. “

Como é referido no comunicado, “é mais uma destruição de partes importantes da empresa, que dá seguimento ao desmantelamento das equipas de via ainda existentes, nomeadamente, Nine, Régua, Alfarelos, etc., dando seguimento ao que já se tinha passado no resto do país”.

O que faltam são trabalhadores nesta empresa como fica comprovado com a realidade diária e no caso concreto na tal “racionalização”, ou seja:

  • Como se entende, que para 9 postos de trabalho de controlador de circulação extintos, haja 21 vagas?
  • Em 15 postos de trabalhos de operador de circulação extintos haja 32 vagas?
  • Pior ainda!!! Como se explica que para 15 postos de trabalho de operadores de manobras extintos haja 45 vagas???

Tradução

ptenfrdeitrues

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