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direitanoscomboiosFace à inoperância do actual governo do PS, os partidos responsáveis por uma boa parte do processo de destruição da ferrovia – PSD+CDS, que no anterior governo acentuaram o desinvestimento na ferrovia (e em todas as empresas de transportes), com vista à sua privatização, desdobram-se em iniciativas e declarações, com vista a branquear as suas responsabilidades, mas para a partir da situação que criaram, virem justificar as mesmas receitas de privatização que não conseguiram implementar durante o seu governo.

Isto só acontece porque o actual governo tem empurrado os problemas “com a barriga” sem avançar com soluções concretas, pelo que falta saber se tudo (uns e outros) não estão ligados numa mesma estratégia – destruir para justificar soluções que há algumas décadas vêm tentando, ou seja, destruir a componente social do caminho de ferro e transformá-lo em mais um negócio dos grupos económicos/financeiros.

Para branquear as suas responsabilidades, apontam como solução as mesmas receitas que levaram a ferrovia a este estado.

AS RESPOSTA DOS TRABALHADORES E DOS UTENTES

As organizações de trabalhadores, conjuntamente com organizações de utentes, vão continuar a sua intervenção em torno das seguintes reivindicações:

I. Um plano nacional de transportes que defina o que a cada modo de transporte compete, articulados complementarmente entre si de modo a levar o transporte público a todo o País, combatendo desta forma as assimetrias territoriais e invertendo o paradigma de utilização do transporte individual em detrimento do transporte colectivo;

II. Medidas concretas de investimento na ferrovia com vista a modernizar as infraestruturas, o material circulante e as instalações, de modo a dotar o País de um transporte ferroviário moderno e desenvolvido;

III. Admissão de trabalhadores para todas as empresas do sector ferroviário, de modo a melhorar a capacidade de resposta de todas elas, com uma significativa melhoria no atendimento e assistência aos utentes;

IV. Horários em toda a rede que correspondam às reais necessidades das populações, articulados com os restantes modos de transporte de modo a acabar com o isolamento de muitas povoações no que concerne ao transporte público;

V. O aprofundamento de uma política tarifária com cariz socialque torne universal o acesso dos cidadãos e que seja incentivadora da transferência da utilização do transporte individual para o transporte público;

VI. A recolocação de todo o sistema ferroviário debaixo de um comando único e com o objectivo de aprofundar a componente social do transporte ferroviário, pondo em primeiro lugar os ganhos para o País e o serviço prestado aos cidadãos.

Nesse sentido, dia 5 de Setembro, pelas 14,30h, em Lisboa, haverá uma reunião das estruturas que subscreveram a declaração conjunta de 1 de Agosto passado, mais as outras que ainda o não o fizeram e queiram unir esforços nesta luta, para aí se definirem o conjunto de acções a ter início a 20 de Setembro em todo o País, com o términus a 3 de Outubro em Lisboa, com uma manifestação das diversas organizações de trabalhadores e utentes.

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