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EMEF Despedidos17082017Mais uma vez uma delegação do SNTSF/FECTRANS e CT da EMEF, conjuntamente com trabalhadores despedidos destas empresa, se concentrou em frente à sede do Conselho de Ministros, para exigir o retorno dos 10 trabalhadores com vínculos precários que foram despedidos, ao local de trabalho que ocuparam durante muito tempo e onde fazem falta para aumentar a capacidade de resposta das oficinas da EMEF em Santa Apolónia, onde o material imobilizado aumentou com prejuízos para o serviço que é prestado aos utentes.

Esta acção, que é apenas mais uma, numa luta certamente longa, mas da qual não desistiremo. O retorno ao posto de trabalho é um direito destes trabalhadores porque ocuparam postos de trabalho permanente, tanto assim é, que a administração da CP/EMEF, logo após a denúncia que fizemos desta situação, (que foi uma das primeiras medidas que assumiram após a sua tomada de posse), fez um pedido de autorização para admissão de 10 trabalhadores para aquela oficina.

Enquanto despediu estes, a administração da CP/EMEF obteve autorização para admissão de 7 trabalhadores, embora em termos precários, para as oficinas do Entroncamento, para dar resposta ao trabalho para a FERTAGUS, que é operador privado. Então porque demora tanto a autorização de admissão de trabalhadores para reparar o material da CP operador público, que é a dona da EMEF? Facilidades para os privados, dificuldades para o público?

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