AE forcaLei1No dia de hoje teve lugar mais uma reunião do processo negocial na CP, sendo a última no que se refere ao Regulamento de Concessões, passando-se, agora e ainda este mês, à negociação do Regulamento de Carreiras, na qual participaremos para valorizar as carreiras profissionais, os salários, para criar regras de evolução baseada na competência profissional, sem esquecer aquilo que está para trás e é devido aos trabalhadores.

Quanto à proposta final de Regulamento de Concessões, el no essencial centra-se no seguinte:

Consideração de que passa a fazer parte integrante do Acordo de Empresa;

Manutenção dos direitos para os trabalhadores, reformados e cônjuges, nos termos em que existia;

Alargamento a todos trabalhadores das empresas do grupo CP, sejam ou não transitados desta empresa, conforme é reivindicado pelo SNTSF/FECTRANS há muitos anos;

São propostas alterações no direito referente aos pais, reduzindo-o para alargar os direitos dos filhos dos trabalhadores e reformados até aos 25 anos, sem limitação de quilómetros;

Quanto aos pais é proposta a redução do direito a duas viagens anuais e atribuição de um passe de residência desde que comprovem que, regularmente, acompanham os neto(a)s à escola;

Garantia de passe na SOFLUSA para os trabalhadores que na deslocação casa trabalho e vice-versa utilizem a ligação desta empresa.

Reposta o direito ao transporte dos filhos deficientes, independentemente da idade.

Esta proposta final foi acordada por todas as estruturas que participem na negociação, com excepção do nosso Sindicato que colocou a necessidade de dois esclarecimentos antes de tomar uma posição final: Uma relativa à garantia dos cartões que permitam aos trabalhadores das empresas afiliadas que, desde 1 de janeiro, passaram a ter este direito pelas normas da Instrução Comercial desse dia e a outra, relativamente à forma como se fará o alargamento às empresas do grupo.

Só chegámos aqui porque não baixamos os braços, nem deixámos de lutar contra o roubo deste direito, mesmo quando alguns já o davam como perdida. Foi essa luta que no novo quadro parlamentar, obrigou que a lei devolvesse o direito e o consignasse na Contratação Colectiva, num processo de negociação temos que avaliar o conteúdo global, o que estamos a fazer, mas para já valeu a pena lutar.

Independentemente da posição final que viermos a tomar em função dos esclarecimentos e da opinião recolhida da estrutura sindical, esta negociação foi para a CP e empresas do grupo, a IP está obrigada a garantir o direito na contratação colectiva, para os trabalhadores a quem se aplicava em 2012, sendo a próxima intervenção sindical, até porque a administração já assumiu o compromisso que aplicará aquilo que se aplicar na CP.

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