AcaoCarrisTurPerante a incapacidade da administração da Carris em resolver um assunto que a própria criou, do qual resultou a redução do sal+ario dos trabalhadores desta empresa, a FECTRANS endereçou um oficio aos Ministros do Ambiente e do Trabalho, chamando-lhes a atenção que têm responsabilidades na manutenção do actual conflito na CarrisTur, tendo mo mesmo o seguinte conteúodo:

A CarrisTur é uma empresa do universo empresarial da Carris, em que, desde o início e perante a reivindicação a que aos trabalhadores desta empresa se aplicassem as relações laborais da empresa mãe, que assentam no Acordo de Empresa, sempre foi argumentado que, sendo a CarrisTur filiada na associação patronal do sector rodoviário de passageiros, tinha que se aplicar o respectivo CCTV.

É claro que o argumento sempre foi o de manter uma relação laboral assente em baixos salários, num sector em que a contratação colectiva não era revista desde 1997, ou seja, em que perante a falta de acordo, eram as entidades patronais que definiam os valores salariais e, por isso, a existência de salários de 560€.

Acontece que, perante um acordo firmado entre o STRUP e a ANTROP, os trabalhadores desta empresa e, nos termos da argumentação das sucessivas administrações, deveriam, a partir de Dezembro de 2015, passar a auferir um salário base de 630€, o que ainda foi abonado em Janeiro de 2016.

No entanto, depois da implementação destes novos valores introduziram um novo argumento, de que afinal esta empresa é do sector público e, por isso, não pode haver valorização salarial.

Deste episódio pode-se concluir que para aumentar os salários não se pode aplicar o CCTV do sector, como sempre foi defendido pelas administrações, porque é uma empresa do sector público, mas também não se pode aplicar o AE da Carris porque é uma empresa privbada. Ou seja, que contratação colectiva se aplica afinal?

Entendemos que quer o Ministério do Ambiente, quer o Ministério do Trabalho têm responsabilidades na manutenção e continuação deste conflito.

Cremos que é de toda a justiça resolver este problema, pelo que, face à incapacidade da administração em solucionar o problema, solicitamos a realização de uma reunião com carácter de urgência, para discutirmos este assunto e as formas de o solucionar.

Tradução

ptenfrdeitrues

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4º Congresso

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