Esta iniciativa que contou com a presença do Secretário-Geral da CGTP-IN e com delegações de outras organizações sindicais, foi aprovado uma moção em que se considera:

“ Inaceitável o posicionamento da Câmara Municipal de Lisboa e do seu presidente, ao permitirem o comportamento de  completa má-fé negocial da administração da Carris e mais grave ainda ao não pôr cobro à discriminação entre trabalhadores da Carris, em função da sua filiação ou não sindical, implementada a partir deste mês, numa autêntica "operação de sequestro" dos trabalhadores para pressionar a FECTRANS à assinatura de uma matéria que não negociou.”

Foi renovada a posição da FECTRANS na defesa daquilo que negociou e acordou com a administração e mais uma vez se insistiu na sua determinação em proceder à assinatura do texto final que o Conselho de Administração enviou formalmente no dia 12 de Junho, onde constam todas as matérias negociadas e acordados, texto este que corresponde à conclusão do processo negocial, pelo que esta renova e insiste no pedido de reunião urgente já formulado ao Senhor presidente da CML.

Espera-se que na próxima reunião de conciliação, dia 3 de Setembro, a administração da Carris se apresente com uma postura de negociação e de resolução do conflito laboral que criou.

VigilaCML30Ago2018 2

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