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GreveIPOs trabalhadores das empresas do universo da IP (IP–Infraestruturas de Portugal; IP-Engenharia; IP-Telecom: IP-Património) estão hoje a dar uma forte resposta à intransigência da administração destas empresas, que se recusou a encontrar uma solução para evitar a greve e o agravamento do conflito.

Em todas as áreas de actividade da IP, relativas com a gestão de infraestruturas ferroviários, como das rodoviárias, estão a ser fortemente afectadas pela elevada adesão dos trabalhadores à greve.

Trabalhadores das quatro empresas, oriundos do sector ferroviário, das Estradas de Portugal onde se incluem também trabalhadores com vínculos à função pública, uniram-se em torno do mesmo objectivo, a actualização intercalar dos salários, que são os mesmos de 2009, enquanto a IP todos anos anuncia a acumulação de milhões de lucros.

Exemplos da enorme adesão dos trabalhadores é o facto da gestão regional da IP nos distritos de Viana, Braga, Vila Real, Leiria e Faro, serviços de atendimento ao público, entre outros, terem encerrado a sua actividade no dia de hoje. O Centro de controlo de tráfego nas estradas funcionou de manhã, apenas como um chefe e um operacional. O trabalhadores que controlam as câmaras de vigilância do túnel do Marão fizeram greve, ou seja, não estão salvaguardas todas a normas de segurança.

No domínio das infraestruturas ferroviárias a adesão foi igualmente elevada quer nas brigadas de via, catenária e sinalização e nos CCOOs. Muitos destes locais de trabalho estão a operar na base do acórdão de serviços mínimos, que não tem qualquer sustentação legal e técnica.

Os efeitos mais visíveis e imediatos da adesão são ao nível da ferrovia, que levou á supressão da circulação ferroviária da CP, da FERTAGUS da MEDWAY e TAKARGO, tendo realizado as circulações referenciadas como serviços mínimos, embora nem todas.

Lamentamos os incómodos sentido pelos utentes e pela população, mas a responsabilidade cabe ao governo/administração da IP que não quiseram analisar as propostas dos sindicatos feitas no passado sábado e que podiam resolver o conflito e evitado a greve, tal como aconteceu na CP onde houve a capacidade negocial para se chegar a um acordo, que propomos seja tido como referência para se obter uma solução negociada na IP.

Na próxima quarta feira, os sindicatos promotores da greve, em conjunto com a Comissão de Trabalhadores irão reunir para fazer o balanço da greve e decidir as próximas acções em defesa das reivindicações dos trabalhadores.

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