O aparecimento destes anúncios revela que a marcação da luta fez mexer alguma coisa, embora pelos dados entretanto recolhidos, podermos afirmar que é uma medida insuficiente, já que a finalidade é admitirem 15 dos 54 trabalhadores, porque foi o número autorizado pelos Ministérios do Planeamento e das Finanças.

Não há qualquer redução de actividade da empresa, bem pelo contrário, que justifique a redução de qualquer posto de trabalho, independentemente do vínculo que tenham.

É reconhecido que a EMEF tem falta de trabalhadores, pelo que a solução tem que se a passagem a efectivos do conjunto destes 54 trabalhadores, porque a empresa precisa deles e a redução de qualquer posto de trabalho reflectir-se-á na qualidade e segurança do material circulante, com reflexos no serviço prestado aos utentes.

Porque o problema mantém-se estaremos em luta na próxima semana, valorizando o recrutamento destes 15, mas continuando a reivindicar a admissão de todos com vínculos precários para o quadro de efectivos e, ao mesmo tempo, que se adoptem as medidas para o desenvolvimento da EMEF como empresa estratégica para o transporte ferroviário em Portugal e, em particular, como empresa estratégica para a CP.

Por outro lado, reivindicamos a reposição integral do Acordo de Empresa e que se abram processos de negociação colectiva de modo a valorizarem-se os salários, que são os mesmos desde 2009.

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