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ManuelLeal“A valorização e conquista de direitos e salários, nunca caiu nem cairá do “céu”. Ela sempre foi, é e será obra do empenhamento dos trabalhadores, de forma organizada, em torno das suas Organizações de classe”

Culminando um longo processo de luta, a FECTRANS e o STRUP atingiram um princípio de acordo com a administração desta empresa, que garante aos trabalhadores uma estrutura básica de direitos que anteriormente não existia, assim como uma  tabela salarial, construída com escalões de remuneração, que consagra que nenhum trabalhador poderá estar mais de 1 ano  no primeiro escalão, de 600 €, e que evoluirá, por avaliação e por tempos máximos de permanência pelo menos até ao 3º escalão, num total de seis.

A importância da criação deste AE, é enorme, num quadro em que desde o processo de destruição do setor oficinal na Carris, que arrastou consigo também a organização sindical de base, os trabalhadores ficaram completamente desprotegidos, pela criação há 12 anos atrás da CarrisBus, deixando de se lhes aplicar o AE da Carris estando completamente dependentes da precariedade imposta pelo Código de Trabalho.

No entanto a violência das regras ditadas pela exploração dos trabalhadores e a persistência dos dirigentes e delegados sindicais do STRUP, também fez caminho. E os trabalhadores foram-se apercebendo, que não estavam condenados a salários de miséria e sem direitos. Começaram a ouvir a estrutura do STRUP, e a compreender que se unissem e se organizassem seria possível terminar com este ciclo de exploração.

Daí até à sua vinda a dirigentes e delegados sindicais, foi mais um passo. O seguinte foi a discussão dos cadernos reivindicativos, até que estes deram origem a uma proposta de Acordo de Empresa.

Com a passagem da responsabilidade da gestão da empresa para a CML, surgiu a primeira contraproposta. A CML e o seu presidente, que nunca arranjou espaço na sua agenda para receber os representantes dos trabalhadores, pretendia um AE que ainda colocaria os trabalhadores em situação pior do que a que estavam com o código de trabalho, com a consagração de “bancos de horas” e horários fracionados.

A Luta foi o único caminho. Desde as concentrações, junto ao governo e CML, até às greves, os trabalhadores empenharam-se com grande determinação.

Lutaram e venceram. Indicaram claramente o caminho aos seus camaradas de trabalho, na Carris e CarrisTur. A valorização e conquista de direitos e salários, nunca caiu nem cairá do “céu”. Ela sempre foi, é e será obra do empenhamento dos trabalhadores, de forma organizada, em torno das suas Organizações de classe, que no nosso País também sempre foram, são e serão os Sindicatos da CGTP-IN e neste caso específico o STRUP/FECTRANS.

Esta importante vitória, demonstra assim as potencialidades para empreender a 2ª etapa – a INTEGRAÇÃO COMPLETA DOS TRABALHADORES DA CARRISBUS NA CARRIS.

(*) Membro do secretariado da Direcção da FECTRANS e coordenados do STRUP – Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal

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