#gruemenu.grue
Terminou a greve, mas não terminou a luta
13 Jun. 2018 18:39Terminou a greve, mas não terminou a luta

Terminou às 12 horas o período de greve no sector ferroviário, que se iniciou às 00h de dia 12 ( [ ... ]

Leia mais ...
Greve em defesa da segurança e dos postos de traba...
12 Jun. 2018 15:50Greve em defesa da segurança e dos postos de trabalho

Com excepção dos chamados serviços mínimos, o dia de hoje é pautado pela supressão total da ci [ ... ]

Leia mais ...
Pelo aumento do salário na Carris
11 Jun. 2018 16:32Pelo aumento do salário na Carris

Num quadro em que os trabalhadores da CP, da EMEF, das Infraestruturas de Portugal, da Transtejo se  [ ... ]

Leia mais ...
  • Nova legislação laboral é uma declaração de guerra aos trabalhadores

    Jun 21, 2018 | 21:51 pm

    Nova legislação laboral é uma declaração de guerra aos trabalhadores Cerca de 800 dirigentes, delegados e activistas sindicais, provenientes de todo o país e de todos os sectores de actividade participaram, hoje, no Plenário Nacional de Sindicatos da CGTP-IN, no Fórum Lisboa, para analisar a actual situação político-sindical, discutir a revisão da[…]

  • Greves obrigam Lidl a repor pausas para lanhe

    Jun 22, 2018 | 14:35 pm

    Greves obrigam Lidl a repor pausas para lanhe Os trabalhadores dos entrepostos do Lidl vão ser ressarcidos pela retirada do período da pausa para lanche.Depois da grande adesão dos trabalhadores às greves realizadas em Dezembro de 2017 e Abril e Maio deste ano, decretadas pelo CESP – Sindicato[…]

 

Após a aprovação da resolução, os trabalhadores entraram para dentro da instalações da empresa, num espaço aberto em frente à sede da administração, onde se registaram alguns momentos de tensão com os elementos da força policial presente, mas que, com serenidade de ambas as partes, foram rapidamente ultrapassados, centrando a luta no essencial, que é o plano de destruição a empresa que aponta para o despedimento de cerca de 500 trabalhadores.

 

De seguida, a mesma resolução foi entregue no Ministério da economia, para onde os trabalhadores se dirigiram em manifestação.

 

A resolução aprovada tem o seguinte conteúdo:

 

Os Trabalhadores e as ORT´s, concentrados no dia 11 de Janeiro de 2012, na Calçada do Duque, decidem:

 

1.Repudiar os ataques feitos á EMEF (uma das maiores metalomecânicas portuguesas), visando a sua destruição e posterior privatização, num caminho levado a cabo nos últimos anos, e mais recentemente com a decisão de encerramento de linhas e ramais e redução de comboios, dos quais o “Plano de Acções” para a EMEF é mais um exemplo, que significa na prática o desaparecimento da empresa, contribuindo para o aumento do desemprego e para a dependência do exterior.

 

2. Exigir o aproveitamento da capacidade instalada na EMEF, quer ao nível da mão-de- obra qualificada (também para a vertente eléctrica), quer ao nível das instalações, maquinaria e oficinas.

 

3. Exigir que futuras soluções decididas pela CP tenham em conta o universo do património ferroviário nacional, com garantia de trabalho para a EMEF. A CP, principal accionista da EMEF, quando contratualiza ou faz aquisição de material circulante não salvaguarda a EMEF como principal cliente, optando por multinacionais para o efeito, pondo desta forma em causa a ocupação efectiva dos trabalhadores e o próprio desenvolvimento da Empresa.

 

4. Exigir uma mais eficaz redistribuição de trabalho pelos estabelecimentos oficinais, de forma a permitir uma maior ocupação efectiva dos trabalhadores.

 

5. Exigir ao Governo a revogação da decisão de reduzir os salários, roubar os subsídios de férias e de natal e que a Administração da EMEF dê continuidade ao processo negocial com o objectivo de proceder à revisão da contratação colectiva para 2012.

 

6. Repudiar a intenção do governo de tornar os despedimentos mais baratos, com a alteração proposta relativamente às indemnizações.

 

7. Exigir o cumprimento da Lei nas situações de transferências de trabalhadores, Lei que a Administração da EMEF não está a respeitar, constituindo estes casos mais um ataque ao rendimento dos trabalhadores.

 

8. Exigir o cumprimento da Lei das CT’S no que se refere ao direito á informação e consulta.

 

9. Solicitar o fim da discriminação que constituí a não atribuição de concessões de rede geral a todos os trabalhadores, consoante a data de admissão na Empresa.

 

10. Reclamar que sejam elaboradas escalas de serviço, que dignifiquem os trabalhadores e tenham em conta a conciliação entre a vida profissional e familiar.

 

11. Exigir o cumprimento das regras de H.S.S.T. nos locais de trabalho, assim como o cumprimento integral das condições necessárias à laboração.

 

12. Reclamam da Administração da CP, da EMEF e do Governo que apresente planos estratégicos e concretos com vista ao desenvolvimento sustentado da EMEF e garantia de funcionamento dos actuais estabelecimentos e salvaguarda dos postos de trabalho.

 

13. Continuar a luta pela defesa da EMEF, integrada na luta do sector de transportes, no dia 1 de Fevereiro de 2012, em moldes a definir em cada local da EMEF.

 

 

Lisboa, 11 de Janeiro de 2012

Tradutor

enfrdeitptrues

IPTRANS

Protocolo

Visitantes

Temos 184 visitantes e 0 membros em linha

Informação email

Agenda

No mês passado junho 2018 Próximo mês
D Sb
week 22 1 2
week 23 3 4 5 6 7 8 9
week 24 10 11 12 13 14 15 16
week 25 17 18 19 20 21 22 23
week 26 24 25 26 27 28 29 30

Guia da parentalidade

Ponto Seguro